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A Indecisa

Um blog tipo lifestyle sobre as minhas aventuras e desaventuras literárias, cinematográficas, fotográficas e da vida em geral. Espero que gostem! :)

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Um blog tipo lifestyle sobre as minhas aventuras e desaventuras literárias, cinematográficas, fotográficas e da vida em geral. Espero que gostem! :)

28
Out20

Séries favoritas

A Indecisa

Olá, pessoas!  

 

Tudo bem?  Espero que a semana vos esteja a correr bem. 

 

 há muito tempo que ando a pensar nas minhas séries favoritas e as quais eu recomendaria no caso de alguém andar à procura de sugestões. Ora, pois bem, por onde começar? Eu vejo MUITAS séries, até tenho uma app no telemóvel para conseguir estar em cima do acontecimento porque como é obvio comecei a esquecer-me em que temporada ou em que episódio ia e depois tinha de ver episódio a episódio para saber em qual estava e ain't nobody got time for thatPor isso já  alguns anos que tenho usado essa aplicação para que isso não aconteça. Se bem que hoje em dia já é mais fácil estar em cima do acontecimento, já muitos dos sistemas de streaming permitem marcar os episódios que já vimos ou o próprio sistema trata disso. Então, vamos lá a isto. 

Em primeiro lugar tenho The Crown. A atenção ao detalhe, a forma como é filmada, o guarda-roupa e claro o elenco, tudo é de uma perfeição inquestionável. Devo confessar que sou uma grande fã da Clare Foy como Rainha Isabel II e foi um bocado estranha a transição para a outra atriz, mas primeiro estranha-se e depois entranha-se, não é verdade? Desde o início que esta série me fascinou por completo e como eu sempre achei tudo o que é família real inglesa interessante, então comecei a ver esta série. E não me arrependo nada, das melhores decisões que alguma vez fiz na minha vida.  E volta já em novembroooooooo, wooohhooooo!  Ok, pronto, pronto... já parei.

Em seguida, vem uma série com alguma fantasia à mistura, sendo baseada num romance histórico. Outlander tem sido uma das minhas séries favoritas desde que a comecei a ver. É engraçado como uma série nos pode influenciar tanto. Após ver a primeira temporada, dei por mim a pesquisar sobre a história da Escócia e do povo escocês, e mesmo ao ver a série aprendi coisas de que nunca tinha ouvido falar sequer ou se ouvi não me lembrava, como a Batalha de Culloden. E claro, para uma pessoa que achava que compreendia bastante bem a língua inglesa, levei um murro escocês no meu ego, como é obvio. Não percebia um corno. Tive de pôr legendas enquanto via a série, algo que não fazia  séculos. O meu ego ainda está em recuperação, mas a vida tem de continuar. Uma outra razão porque recomendo Outlander é por causa, basicamente, do Jamie Fraser. É tudo o que vocês necessitam na vossa vida. Qual oxigénio, qual vitamina D e alimentação saudável? O Jamie é a única fonte de vida necessária neste mundo e tenho dito! 

*Inspira, expira. Inspira, expira* É demasiado obvio que sou dramática? Ups. 

Mas agora a sério, todo o enredo é cativante. Começa com o final da segunda guerra mundial, tema que sempre achei muito interessante, e demonstra como isso afeta o comum mortal, como a Claire e o seu marido, Frank. E claro, o toque da viagem no tempo é exatamente o suficiente para manter a história interessante, mas sem ser forçada ou até pirosa, como acontece ás vezes com séries ou filmes que mexem com a viagem no tempo ou algum elemento fantástico. 

Se estão mais virados para comédia ou algo mais leve, apresento The Marvelous Mrs. Maisel. Esta é uma série baseada numa house-wife nos anos 50 em Nova Iorque e como a vida dela se contorce e se desenvolve numa surpreendente carreira de stand-up comedy. Esta é uma das séries que apesar de muito boa, excelente enredo e atores, é também daquelas que ao mesmo tempo consegue ser uma das mais leves que vejo. Mas isso não quer dizer que não tenha profundidade e momentos comoventes. Toca em muitos  assuntos como o papel de uma mãe, mães que trabalham e na diferença entre géneros nos anos 50, entre outros. E, a meu ver, quase que valia a pena ver a série só pelo guarda-roupa. Se há coisa que eu sou é obcecada com os anos 40/50/60, e esta série representa as duas últimas décadas perfeitamente em termos de vestuário. É tipo uma versão da Gossip Girl nos anos 50, só que versão mais adulta, menos drama adolescente. Ah e uma grande dose de humor seco e sarcástico. 

No que toca a séries de investigação criminal vejo uma série de que nunca ouvi falar muito, mas que adoro. Chama-se Endeavour e segue a personagem de uma outra série criminal chamada Morse. É a mesma personagem, mas numa altura diferente da sua vida. A série Inspetor Morse, em português, é mais antiga, segundo as minhas pesquisas saiu em 1987.  Devo admitir que só vi um episódio da mais antiga e não fiquei convencida. Especialmente com Endeavour como comparação. Aliás, é exatamente esse o problema, não há comparação possível. Endeavour é uma experiência, quase. A forma como os episódios se desenrolam é diferente de todas as séries que vejo. Se ainda não apanharam, eu sou uma grande fã de tudo o que é british, por isso para não fugir à regra esta série tem como cenário, maioritariamente, Oxford. O que eu adoro. Cada episódio é quase um pequeno filme, e adoro a forma como cada episódio é produzido e nos leva, primeiramente, a um estado de confusão. Depoois conforme o episódio se desenrola, essa mesma confusão começa a dispersar e todos as cenas reveladas no início do episódio, que pareciam não ter qualquer ligação, começam a encaixar no sítio. Pelo menos, eu acho fascinante.  It's a yes from me!

Para o pessoal que gosta mais de documentários ou de séries baseadas em factos reais, tenho duas palavras para vocês, aliás trêsSir David Attenborough. Este senhor entrou  pouco tempo na minha vida, mas juro que vai ficar por muito tempo. Nunca fui muito pessoa de ver documentários. E os que que via eram maioritariamente sobre a segunda guerra mundial, especificamente. No entanto tudo mudou quando cedi e fui atrás do alarido sobre a série documental da Netflix O Nosso Planeta. E pronto, não há qualquer retorno possível à vida do antes. Agora só resta seguir com a vida do depois. Ah, e aquela voz... A voz deste senhor é fantástica. Passo a explicar. Sabem aquelas pessoas que simplesmente têm uma voz tão calmante, mas cativante ao mesmo tempo. Que nos deixa entre um estado embalado ou meio em transe, mas num bom sentido. E claro outra razão por estar a mencionar Sir David  Attenborough é exatamente por ele, tal como tantos outros, ter sido pioneiro e continuar a trazer-nos conteúdo pertinente quanto ao nosso planeta, ao que se passa nele e o que TODOS PODEMOS FAZER para melhorar a situação que se agrava cada vez mais. Sim, caps lock foi necessário. Ainda há muito por fazer e especialmente nos tempos que correm, continua a haver comportamentos que precisam de mudar. Basicamente, se ainda não viram O Nosso Planeta, recomendo imenso. É muito interessante, exatamente porque sem documentários e pessoas como este senhor e a sua equipa, nunca saberíamos, nem teríamos acesso a este tipo de informação, que é de grande valor, a meu ver. 

Ah, já me esquecia. The Crown e O Nosso Planeta estão na Netflix, The Marvelous Mrs. Maisel está no Amazon Prime e  Endeavour via quando passava na Fox Crime, mas não sei se está em alguma plataforma de streaming. Quer dizer, pelo menos na Netflix não está que eu já procurei. 

Bem, acho já deixei aqui excelentes recomendações, se virem e gostarem deixem um comentário. Tell me all about it!  :)

 
Até breve, 
A Indecisa* 

06
Ago20

Goodreads Challenge 2020

A Indecisa

Olá, pessoas!

 

Antes de mais, espero que o verão vos esteja a tratar bem, apesar da pandemia. Aqui no alentejo está um calor tórrido. Acredito que se puser um dedo que seja ao sol, entro em combustão.

Bem, vamos ao que interessa. Nunca cheguei a fazer o meu post do Desafio do Goodreads no início do ano, mas aqui estou eu para corrigir isso. Apesar de muitos dos meus objetivos de leitura permanecerem os mesmos e de já estarmos a mais de meio do ano. Ups. Por isso, vou fazer um apanhado e uma atualização dos objetivos do ano passado e comparar com os deste ano:

1- Ler mais livros em português (seja autores lusófonos ou livros traduzidos). Este objetivo mantem-se do ano passado, e continua a ser o mais importante, a meu ver. O meu dia-a-dia é muito baseado em conteúdos em inglês, leituras em inglês, muitas das pessoas que sigo nas redes sociais falam em inglês. Faço-o por hábito, mas também porque quero manter vivo o conhecimento que fui adquirindo ao longo dos anos. Contudo, isso deixa o português um pouco de lado, às vezes. Por isso tenho andado a fazer um esforço para seguir mais pessoal português, tipo bloggers e bookstagrammers.  Também tenho feito um esforço para usar mais o português e a cultura que tenho ao meu dispor em vez de ficar esquecida a um canto. Talvez isto pareça estranho, mas eu acho que às vezes é "fácil" perdermo-nos um bocado num mundo multilingue ou neste caso, num mundo inglês. Por isso, o meu objectivo é voltar à base e explorar com novos olhos o que já tenho.

2- Ler géneros variados, ou seja, fugir à minha zona de conforto que é a fantasia. Este objetivo está a ser cumprido neste preciso momento. Já li um livro de poesia este ano. Soem as sirenes. Algo nunca visto, eu sei. Mas para mim é mesmo um caso de alarme. Acho que desde o secundário e as múltiplas personalidades de Fernando Pessoa que fiquei um bocado traumatizada com a poesia e nunca lhe dei assim uma grande hipótese. No entanto, recentemente tenho-me aventurado mais e durante a quarentena encontrei um livro de poesia nas estantes aqui da sala de casa, livro que nunca tinha visto na minha vida sequer. Comecei a ler e dei por mim cativada e a ler poesia sem ser um frete! Onde é que isto já se viu? Nunca pensei! xD E agora estou a ler um livro de Isabel Allende que é ficção contemporânea que se baseia à volta de um homicídio e também não tem nada a ver com o que costumo ler. No entanto, está a ser interessante exatamente por essa razão.

3- Criar um hábito regular de leitura, em vez de ler tudo de rompante quando me dá na gana e depois estar SEMANAS sem ler. Ainda estou a tentar aperfeiçoar este objetivo, tenho feito um esforço para ler umas páginas todos os dias. Baby steps, people, baby steps.

4- Continuo a querer ler os clássicos que tenho, mas também quero ser mais realista quanto aos clássicos que vou realmente ler. Isto é, ler "Os Maias", por exemplo. Nope, não li tudo. No secundário, li os primeiros três capítulos e depois li os resumos. Ahah xD Mas acho que já abandonei a ideia de ler a Odisseia e a Eneida, exatamente porque acho que tenho melhores coisas para fazer com o meu tempo. Peço desculpas aos fãs dos Clássicos, se algum estiver a ler. Mas para estar a ler contrariada e porque sinto que os "devia" ler porque os tenho aqui em casa, ora, isso tira a diversão toda de ler. Obrigação é a pior forma de motivar alguém a fazer alguma coisa, por isso neste momento abandonei a ideia de ler os clássicos. Quem sabe algum dia se vou sentir Eneias a chamar por mim, mas por enquanto é um adeus.

5- Continuo a querer ler pelo menos um livro por mês, mas sinceramente não sou muito exigente com isso. O livro do mês passado foi o tal livro de poesia "Este livro que vos deixo..." de António Aleixo e se tudo correr bem, este mês vou ler dois livros. Se quiserem saber o que achei sigam-me no Goodreads ou no Instagram, lá sou muito mais ativa. xD

 

Assim em geral, o meu objetivo continua a ser ler 15 livros, pelo menos. Estou a sentir que este ano é o ano, já que tem sido o ano para muita coisa. Maioritariamente para coisas trágicas e não muito boas, por isso vou tentar trazer alguma positividade com leituras regulares e completar o meu Goodreads Challenge. O próximo post, em princípio, vai ser sobre as minhas séries favoritas, por isso se estiverem interessados passem aqui pelo blogue em breve. 

 

Bom, é tudo, por agora,

A Indecisa*

16
Jul20

Estou de volta! | I'm back

A Indecisa

Olá Pessoas!

 

 

Já se passaram uns bons meses, é verdade. E vejo-me na obrigação de fazer um ponto situação aqui no blog ou então é mesmo só porque estou no mood para escrever. xD Tenho andado com vontade de fazer mais publicações e de ser mais ativa. Então aqui estou, para atualizar o que tem andando a acontecer. Aliás, isto até é mais relevante para o futuro eu. Para voltar aqui, daqui a uns anos e go down memory lane.

Bem, desde a última vez que aqui publiquei alguma coisa deu-se muita coisa, pessoal e mundialmente. Mudei-me de volta para o Alentejo, uma mudança um bocado forçada pela pandemia, de facto, mas não guardo rancor porque neste momento não tenho muitas mais opções. É claro que já tenho saudades de Lisboa e espero conseguir visitar o mais depressa possível. De facto, toda esta situação fez-me questionar imensas coisas, mas também me fez valorizar tantas outras, como respirar livremente. #lol  Basicamente, tenho andado a tratar de mim e a cuidar da minha saúde. Sim, eu sei que pareço uma velha a falar. Ah, fiz o meu primeiro quarto de século em novembro, se calhar é por isso. 

Contudo, uma das coisas que não tem tido uma grande evolução é a leitura. Ainda não acabei nenhum livro que comecei a ler nestes últimos meses, mas fiz uma descoberta surpreendente. Se alguma vez ouvi falar deste autor passou-me completamente ao lado, mas o livro que estou a ler de António Aleixo deixou-me surpreendida exatamente porque é completamente fora da minha zona de conforto. Poesia. Não só poesia, mas poesia portuguesa (com um auto meio experimental na parte final). Fui só eu que fiquei ligeiramente traumatizada com a poesia na escola? Só eu? Está bem, pronto. Talvez mais tarde faça um post sobre as leituras que acabar, eventualmente, por isso não me quero alongar muito.  

Durante a quarentena também descobri muita música nova, como por exemplo o último álbum dos Mumfords&Sons. Gostei muito daqueles hits que toda a gente conhece da banda, mas nunca fui uma fã hardcore. Este último álbum que ouvi fez-me gostar ainda mais deles. Se nunca ouviram e gostam de folk, indie ou indie-pop, vão adorar. Vi filmes clássicos que são uma referência do cinema que eu nunca tinha visto e finalmente vi, como Dead Poets Society. Sim, como é que eu nunca tinha visto esse filme? Não sei, mas foi tão bom ou melhor do que toda a gente disse que era and I’m here for it. Pois claro que chorei, não estava preparada para aquele final e não soube lidar. 

Se quiserem ver um pouco mais ação e menos conversa, aconselho-vos a ir ali ao símbolo do Instagram em cima à vossa direita e a seguirem-me, porque sou muito mais ativa lá.

Sem mais nada a acrescentar, espero que estejam bem e stay safe.

 

 

Até breve,

 

A Indecisa*

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Hello Everyone!

 

 

It has been months, very true. I feel obligated to explain the current situation or maybe it is because I'm in a chatty mood. xD I have been wanting to make more posts and be a bit more active. So here I am, to update you on what has been going on. Actually, this is more relevant for my future self. To come back here in a few years and go down memory lane.

Well, since the last time I posted anything a lot went down, personally and globally. I moved back to Alentejo, which was a bit forced on me by the pandemic, indeed. But I don't hold grudges about it because right now I don't really have any other options. Of course, I miss Lisbon already and hope that I can visit as soon as possible. As a matter of fact, this whole situation has made me question a lot of things, but it has also made me appreciate a lot of things, such as breathing freely. #lol Basically, I've been taking care of myself and my health. Yes, I know, I sound like an old lady. Oh, I reached my first quarter of a century last November, maybe that's why.

However, one of the things that hasn’t evolved that much is my readings. I still haven't finished any of the books I started reading in these past few months, despite finding a surprising discovery. If I ever heard of this author it went completely over my head, but the book I'm reading by António Aleixo has left me utterly surprised exactly because it is so out of my comfort zone. Poetry. Not only poetry, but Portuguese poetry (with an experimental play in the end). Am I the only one who was traumatized by poetry at school? Just me? Ok, then. Maybe later I'll make a post on the readings that I'll eventually finish, so I don't want to spill the beans just yet.

During quarantine I also discovered a lot of new music, like the last Mumford & Sons album. I really liked the hits that everyone knows, but I've never been a hardcore fan. This last album made me love them even more. If you haven't heard it and if you like folk, indie or indie pop give them a go, you'll love them. I also saw classic films that are a cinematic reference that I had never watched and finally did, like Dead Poets Society. Yes, I know, how is that possible? I don't know, but I do know that it was as good or even better than what I’d heard and I'm here for it. Of course, I cried. I wasn't prepared for that ending and I couldn't deal. 

If you want to see a bit more action and less talk, I advise you to go to the Instagram icon on the top right hand side and follow me, because I'm a lot more active there.

Without further a do, I hope you're doing well and staying safe.

 

 

See you soon,

 

A Indecisa*

29
Set19

Desafio Goodreads 2019 | 2019 Goodreads challenge

A Indecisa

 

(republicação)

Olá, pessoas! 

 

Então, pelos vistos já estamos em 2019... Sim, eu também não sei como é que isso aconteceu mas aqui estamos nós e ao entrarmos neste novo ano deparamos-nos com o quê, perguntam vocês? Um novo desafio do Goodreads, é claro! Já lá vai o tempo em que eu pensava que, tal como quase todas as pessoas que participam no desafio do Goodreads, conseguia ler 50 livros ou mais num ano. É que só de pensar no assunto entro num ciclo contínuo de gargalhadas. Como se eu fosse suficientemente organizada e rápida a ler para que isso acontecesse. #lol

Por isso, nestes últimos dois anos tenho sido MUITO mais realística quanto ao número de livros que, de facto,  consigo ler. E mesmo assim, ainda não consegui atingir o objetivo de ler os 15 livros que me "comprometo" a ler desde há dois anos. Ok, é assim... Eu começo muito bem, novo ano, novos livros para ler... Yey, festa, blá blá blá, e começo a ler um livro. Mas depois aparece outro livro que rouba o protagonismo do primeiro... Ou então aborreço-me e já não me apetece ler nem um, nem o outro. Ou sai uma nova série que quero ver ou acontece qualquer outra coisa que me distrai do meu objetivo e pronto, assim se passam 11 meses e dou por mim a ler mil e um livros em dezembro para ver se consigo terminar o desafio, o que como é ÓBVIO não consigo, mas gosto de me iludir que sim. 

Então este ano, só assim para ser diferente, e uma vez que criei o blogue, pensei "vou fazer um post no blog sobre isto para ver se ganho vergonha na cara e cumpro o desafio"! Por isso aqui estou eu, a tornar público o meu desafio de ler 15 livros durante o ano de 2019. E sim, eu sei o que estão a pensar. 15 livros?! Isso não é nada. Bem, para mim até é muito... eu leio super devagar, exatamente porque me distraio tão facilmente. E pronto, a ver se é desta que antes de 31 de Dezembro de 2019 vejo aquele post no Goodreads que apenas imagino ser tão satisfatório de "Challenge Complete". 

E como é óbvio, só para ser ainda mais fora da caixa, só que não, pensei em verdadeiros desafios literários para a minha pessoa. Porque eu não sei se isto acontece a outras pessoas, mas eu sinto que ando a ler mais ou menos a mesma coisa há séculos. Don't get me wrong, eu adoro fantasia e é basicamente só o que leio e é o género literário que mais gosto. E para além disso, também leio quase tudo em inglês. Ou seja, tudo o que é fantasia e em inglês... Estou lá! Mas, como é de suspeitar, começo a questionar um pouco as minhas escolhas literárias. E a verdade é que eu tenho interesse em vários temas e géneros literários mas acabo sempre num contexto fantástico qualquer com super poderes e maldições e profecias, o que eu ADORO massssssss acho que preciso de uma espécie de desintoxicação. Só que em vez de ser uma desintoxicação alimentar de princípio de ano qualquer, quero fazer uma escolha mais cuidada e seletiva perante as leituras deste ano. Ora então deixo aqui em baixo os objetivos a atingir dentro do próprio desafio, mas obviamente, não vou cortar completamente a fantasia da minha TBR porque isso simplesmente NUNCA vai acontecer. *smiles awkwardly*

- Ler mais em português: Ora este objetivo vem já de há muitos anos, pois como já referi, basicamente tudo o que leio é inglês e não me arrependo. Mas cada vez sinto uma maior necessidade de ler mais coisas na minha língua. Apesar de o inglês fazer parte do meu dia-a-dia e de eu aceitar e gostar disso, nada substitui a nossa língua materna. Uma derivação deste mesmo objetivo é ler mais livros traduzidos para o português. Sendo que a tradução é a minha área de estudos e tenho um grande interesse em ler obras traduzidas para de certa forma pôr em práctica e conseguir analisar o que aprendi. O único problema com este desafio é que para ter uma opinião bem formada também tinha de ler o livro na lingua original o que let's be honest, ain't nobody got time for that. Mas quem sabe, pode ser que tenha paciência quando a oportunidade surgir.

- Acabar todos os livros clássicos que comecei: Eu tentei, juro que tentei. *cough cough*

Já perdi a conta a quantos livros clássicos ou mesmo clássicos contemporâneos que comecei e nunca terminei. Não sei, eu adoro a ideia de mitologia grega e das peças de teatro dramáticas, mas quando se trata de lê-las aborreço-me MUITO rapidamente e não me identifico tão bem com as personagens como com personagens mais recentes, obviamente. Apenas acho que os clássicos não são para mim. Embora gostasse de acabar os clássicos que comecei a ler para ter um sentido de closure

- Ler pelo menos um livros por mês: sim, eu sei que para ler 15 livros num ano se tem de ler pelo menos em 2 meses desse mesmo ano mais que um livro, mas como referi eu distraio-me facilmente e se conseguir ler pelo menos um, já é muito bom! 

Ler livros de géneros mais variados: Este é bastante evidente. 

 

E , pronto, é isto. Agora vamos ver se me mantenho focada. 

 

Até breve,

A Indecisa *

 

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Hello everyone! 

 

So, apparently, it's 2019... Yes, I don't know how that happened either, but here we are and as we enter this new year, we're confronted by what you may ask? A brand-new Goodreads challenge, of course! Gone is the illusion of me thinking that I can read 50 books in a year, or even more, like most people do in the Goodreads challenge. Just thinking about it sends me into a fit of never-ending laughter. As if I were sufficiently organised and quick enough at reading for that to happen. #lol

That's why in these past two years I've been MUCH more realistic on how many books I can actually read. And even so, I still haven't been able to reach the 15 bookmark I've set myself for the past two years. Ok, so... I start off very well, new year, new books to read... Yey, party, blah blah blah and I start reading a book. But then another book comes along and steals the first books protagonism... or I get bored and don't feel like reading the first or the second. Or a new series that I really want to watch comes out or something else happens that distracts me from my goal and yeah, that's how 11 months of the year go by and then I find myself reading a thousand and one books to see if I manage to finish the challenge in time. Which I obviously can’t but keep deluding myself that I can. 

So, this year, just to shake things a bit, and once I started the blog I thought " I'm going to make a post about it to shame me, basically, if I don't finish the challenge!" And here I am, making my challenge of reading said 15 books during the year of 2019 public. And yes, I know what you're thinking. 15 books? That's nothing. Well, to me it's a lot actually... I read super slowly, exactly because I get distracted so easily. Let's see if this is the year when I get the "Challenge Complete" post on Goodreads that I imagine to be so satisfying before December 31st, 2019. 

And of course, to be even more outside of the box, I thought of actual literary challenges for my person. Because I don't know if this happens a lot with other people, but I feel like I’ve been reading the same thing over and over. Don't get me wrong, I love fantasy and it's basically all I read and it's my favourite genre. Besides that, I also read almost everything in English. So, everything fantasy and English... I'm there! But as suspected, I can't help but question my literary judgement a bit. And the truth is I have interest in various themes and genres, but always end up in some fantastical context with superpowers and curses and prophecies, which I LOVE buttttttttt I think I need a sort of detox. Except of a beginning-of-the-year food detox, I want to make a more careful and selective choice for my readings this year. So, I'll leave my goals that I'm striving for down below:

- Read more in Portuguese: Well, this goal comes from many years back. As I've said previously all I read is basically in English and I don't regret it. However, every day I feel a bigger need to read in my own language. Although English is part of my everyday life and I accept it and like it, nothing substitutes our mother tongue. An alternative of this same goal is to read more book translated into Portuguese. As translation is my area of studies, I have a big interest in reading translated books so that in a certain way I practise and analyse what I learned. The only problem with this challenge is that for me to have a fully developed opinion I would have to read the book in both the original and translated languages and let's be honest, ain't nobody got time for that. But who knows, may I'll have the patience if the opportunity ever comes up.

- Finish all the classics I've started: I tried; I swear I tried. * cough cough*

I've lost count to how many classics and even contemporary classics I've started reading but never finished. I don't know. I love the idea of Greek mythology, and the dramatic plays but when it comes down to reading them, I just get bored SO quickly and don't really connect to the characters as I do with more recent books. I simply think classics just aren't for me. Albeit I would like to finish the ones I started reading just to have a sense of closure. 

- Read at least one book a month: Yes, I know in order for me to read 15 books in a year I'll have to at least read more than one book in two months of that same year, but as I said  I get distracted easily and if I’m able to read just one, I'm happy! 

Read books of various genres: This one is pretty self-explenatory.

 

So, yes, this is it. Let's see if I stay focused.

See you soon,

A Indecisa *

 

12
Fev19

Séries: vício do momento || Series: current binge

A Indecisa

Olá a todos! Tudo bem?

Então hoje trago-vos um breve desabafo sobre a série que não consigo parar de ver por nada deste mundo. Como acontece todos os anos, existe sempre uma altura em que, curiosamente quase todas as séries que estou a ver fazem pausa na mesma altura, o que me deixa sem séries para ver. O que obviamente é uma atrocidade, nunca neste mundo houve maior catástrofe como essa. Por isso mesmo todos os anos cometo o mesmo erro, começo a ver uma outra série. Não precisa de ser uma série muito conhecida, ou que esteja na moda. O único critério necessário é que me interesse o suficiente até que todas as outras recomecem. E no ano passado a escolhida foi... Tanananã: Anatomia de Grey! 

Nunca fiz parte daquele grupo de pessoa que vê Anatomia de Grey desde o início, especialmente porque a série começou em 2005 e nesse ano eu tinha 11 anos e estava a começar o 5º ano. Por isso presumo que a Hannah Montana fosse uma escolha mais plausível para a minha pessoa, nessa altura. Entretanto, sempre tive curiosidade mas nunca dei o salto, sabem? E pronto, anos e anos se passaram, outras séries foram e outras séries vieram, mas nunca senti aquele chamamento cirurgico necessário para começar uma série deste tipo. Contudo, recentemente deu-ma assim uma vontade inexplicável de ver coisas fora do meu género normal de séries e uma vez que todas as séries que estava a ver estavam em pausa ou tinham terminado, pensei ser a altura perfeita para me atirar de cabeça. Porque, bolas, 15 temporadas não é brincadeira nenhuma! E sabem eu sou uma daquelas pessoas de tudo ou nada, em certos aspectos, digamos. E no que toca a séries sou mesmo assim... Ou vejo tudo de rompante ou vejo um episódio ou outro e fica para trás. De modos que comecei a ver a série há 3 meses e estou a meio da 10ª temporada. 

E pronto, por enquanto é isto. Talvez quando acabar a série faça uma opinião sobre a série. O que acham?

 

Até breve,

A Indecisa *

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Hello everyone! Everything okay?

So I'm here to vent about the series that I simply cannot stop whatching. Every year there's a time when, funnily enough, all the series I'm watching either take a break or just end all together. Leaving me without series to watch. Which obviously is an atrocity, never in this world such a catastrophe as this took place. Hence every year I make the same mistake of beginning another series. It doesn't have to be very well known or hyped up. The only criteria requeired is that it interests me until all the others return. And last year the chose one was... Tanananam: Greys' anatomy!

I was never part of the group of people that watched grey's anatomy when it first came out. Mainly because when the series began, in 2005, I was 11 and was starting 5th grade. So I presume Hannah Montana was a more suitable choice for me then. Meanwhile, I always had curiosity but never managed to bite the bullet, you know? So, years and years go by, other series come other series go, and I never felt that necessary cirurgical calling to start a series such as this. However, recently I've felt this pressing need to watch things outside of my ordinary taste and once all the series I am watching were taking a break I took it as a sign to dive head first. And dive I did indeed because 15 seasons is no joke! And you know i'm one of those all or nothing people, in most things. And when it comes to series that is just how I roll... I either binge watch everything available or just watch one or two episodes and give up. So I started watching 3 months ago and am already in the middle of season 10. 

And yeah, this is it for now. Maybe when I'm done i'll do a reviw here on the blog. What do you think? 

See you soon,

A Indecisa *

02
Fev19

Opinião: Brave New World

A Indecisa

Olá Pessoas! Tudo bem com vocês?

Espero que estejam a ter um excelente fim-de-semana. Por aqui, na profundezas do Alto Alentejo, vive-se debaixo de 500 cobertores, com dois pares de meias, dois pares de leggings, três blusas e um casaco. #iwillsurvive #paraquandoumalareiranaminhacasa

Para além do frio e do vento que acompanharam a tempestade Helena, também tenho uma espécie de tempestade interior sobre a opinião que vos trago hoje. Let's dive right in, shall we?

A primeira coisa a apontar, e se me seguem no insta já sabem isto, eu comecei a ler este livro já há alguns anos quando andava na faculdade por causa de uma cadeira de literatura inglesa. Aliás, já não tenho bem a certeza se este livro estava no programa ou se o encontrei por afiliação a outras obras de literatura inglesa. Seja como for, fiquei intrigada e comprei-o na papelaria da faculdade. Isto foi em 2015/2016. Ora se bem sabem, a não ser que andem extremamente desorientados da vida, estamos em 2019. Por isso, quatro anos para ler esta preciosidade literária que é o Brave New World, de Aldous Huxley. É esse o sinal de quando as coisas não estão correr bem, não é? Quando arrastamos a leitura de um livro. Fazemos uma pequena pausa na leitura e pensamos "Ah, leio mais um bocado amanhã." O amanhã torna-se noutro amanhã, até que já se passaram dias, meses... em casos extremos como este, anos, e o livro sem ser acabado. 

Contudo, eu não estou a dizer que o livro não é bom. Nada disso! Aliás este livro é excelente para confrontar opiniões divergentes, e para fazer comparações sociais e políticas que, de certa forma, podem ser aplicadas tanto ao que estamos a viver agora como ao futuro da humanidade. O que por si só é incrivel e inovador. O único problema do livro é que não mexeu comigo, e eu já aprendi que existem duas categorias de livros na minha opinião: existem os livro que sim, até são interessantes, bem excritos e tal e depois existem os livros que nos dão aquele "quentinho" e que relembramos para sempre. E não há nada, mas nada de "quentinho" no que toca à sociedade alternativa desenvolvida por Aldous Huxley. Tudo neste mundo é mecanizado, automático, programado e extremamente social. Ninguém quer, ou sabe, estar sozinho. O que para mim é péssimo, pois, sou uma pessoa bastante introvertida, ou seja, passo muito tempo sozinha, e só de pensar em participar de livre vontade em atividades sociais 24/7, dá-me uma coisa má.

Algo bom no livro é a escrita, isso sim, é de valor. E também as referências filosóficas e literárias que enriquecem os argumentos do autor ao contrapor e questionar os valores morais e éticos do mundo que ele próprio criou.

Bem, gostei mas preciso de mais... Dei três estrelas no Goodreads e que venha o próximo!

 

Até breve,

A Indecisa *

 

14
Nov18

Opinião: A leitura mais longa de sempre! || Review: Longest read ever!

A Indecisa

Olá a todos!

 

Venho expressar a minha frustração perante algo que não devia acontecer nas nossas vidas, mas que é bastante frequente e nada agradável. Uma má leitura. Ora, já há muito tempo me apercebi que a vida é demasiado curta seja para o que for, quanto mais para ler livros de que não se gosta. Contudo, esta leitura que vou mencionar é interessante em certos aspetos, mas noutros... nem por isso. Falo então de "O Códex 632", de José Rodrigues dos Santos. Antes de dissecar por completo tudo o que me "desgostou" neste livro, talvez deva indicar as razões que me levaram a lê-lo. (Só assim para terem uma pequena noção, mais ou menos). Tudo o que é história eu acho interessante, e visto que este livro relata e investiga, de certa forma, um período muito interessante e rico da nossa história nacional fiquei de imediato cativada. Quando se junta ainda o mistério e criptografia à baila... ui, ainda melhor! Logo, assim que li a sinopse numa casual passagem pela secção dos livros com desconto, pensei para mim mesma: "É desta que o levo!". E assim foi. Embora, claramente, não sabia no que me estava a meter, pois nunca um livro me fez questionar tanto, não só as minhas preferências literárias, como o meu juízo mental. Pois houve partes extremamente interessantes, como por exemplo, quando a personagem principal fala sobre as origens do alfabeto, no entanto, houve também outras partes pouco cativantes que, pessoalmente, acho que não se enquadram no livro, como por exemplo certas cenas eróticas. E não, não sou contra cenas eróticas em literatura mas existem várias formas de as escrever e a forma como as cenas estão escritas neste livro tornam-o num tipo de livro inferior. Se fossem apenas escritas de forma diferente o livro seria muito melhor. Outro aspeto muito importante é que há várias outras cenas que são DEEEMMMMAAAASSSSIIIIAAAADDDDOOOO longas. Uma pessoa deixa-se dormir ao ler a mesma coisa tanta vez, o que se torna desmotivante na leitura. Por isso, por mim, em vez de o livro ter 550 páginas, teria 300 e tal porque as outras 200 foram só a cerrar presunto, digamos. Para além de todo o "cerramento de presunto" nas primeiras 400 páginas, parece que no final do livro é que lhe deu assim uma coisa e acontece tudo de rompante. Tipo, então para quê demorar tanto tempo a relatar cenas tão simples e a repetir a mesma informação vezes sem conta, para depois apressar tudo nas últimas 100 páginas. Pronto, não vou bater mais no ceguinho. é só porque me custa ver um livro com excelente potencial ser mal executado, a meu ver. Sim, porque conheço pessoas que adoraram este livro mas pronto... não é bem a minha praia, apesar de tratar de temas que acho extremamente interessantes! Comprei este livro em 2016 e só o estou a terminar agora por isso imaginem. É claro que fui lendo outro livros entretanto o que, como é óbvio, quebrou um pouco o ritmo de leitura. E como não estava a gostar desta leitura ainda pior, mas precisava de desabafar porque isto nunca me tinha acontecido antes. Já li livros que não apreciei, sim, mas leituras que lia um bocado e depois punha num canto e depois voltava a ler meses depois... nem por isso. 

 

Oh, well... e é tudo, por agora!

 

Até à próxima,

 

A Indecisa *

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Hello everyone!

I'm here to express my frustration about something that shouldn't happen in our lives, but that is quite frequent and not at all pleasant. A bad read. So, I've realised for quite some time that life is too short for anything, let alone to read books we don't like. However, this read I'm about to mention is interesting, in certain aspects but in others... not really. I'm speaking of "Códex 632", byJosé Rodrigues dos Santos. Before dissecting the things I disliked about this book, maybe I should point out the reasons that lead me to read it. (Just so you can have kind of an idea why I chose it.) Everything about history I find interesting, and since this book reports and investigates, in a certain way, a very interesting and rich part of portuguese history, I felt drawn to it immediately. And when you join in the mixture of mistery and cryptography... Even better! Hence, when I read the sinopsis, as I was passing by the discounted books section in my local supermaket, I thought to myself "This is it!" and so it was. Althoug, clearly, I had no idea what I was getting myself into because no book as ever made me question so much as this book has. Not only regarding my literary taste but also my mental judgement. Exactly because there were such interesting parts, like when the main character talks about the origins of the alphabet. However some other parts were less captivating like certain erotic scenes that I personally believe don't really fit in the book. And no, I'm not against erotic scenes in books, but there are several ways to write them and the way they were written makes this book an inferior type of book. another important aspect is that a lot of the scenes are unnecessarily LLLLLOOOONNNNNNGGGG. I nearly fell assleep reading the same thing over and over again, which makes reagind this book less motivating. So, actually, this book could have 300 and some pages instead of 550. Besides the unnecessarily long book, it seems to me that the end of the book was so lit, and the other 400 pages were just the longest foreplay ever, only to end very abruptly. Then, why spend so much time repeating the same information only to end it in a hurry. Ok, I'll stop beating around the bush... It's just that it's hard for me to read a book with good potecial being badly executed.  Even though I know people who love this book, it's just was not my thing. Although it talks about themes I'm interested in! I bought this book in 2016 and I'm only finishing it now, so make the math. Obviously, I read quite a few books in between because I felt so unmotivated, which broke the reading rhythm, clearly. Finally, I rated it with 2* on Goodreads for obvious reasons.

Oh, well... that's it for now!

 

Until next time,

 

A Indecisa *

 

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